Existem inúmeras doenças constatadas na área da saúde que são extremamente prejudiciais para a vida dos seres humanos, bem como a depressão. Essa disfunção pode acometer pessoas de todas as idades (infância, adolescência, maturidade e velhice) e gêneros, com mais frequência nas expostas diariamente a tensões, pressões psicológicas, problemas difíceis, perdas familiares, etc.
É classificada como uma enfermidade psiquiátrica crônica, tendo como seus principais sinais de manifestação as alterações de humor e comportamento, como:
- Tristeza profunda
- Desesperança
- Culpa
- Baixa autoestima
- Amargura
- Medo
- Insegurança
- Isolamento
- Distúrbios no sono e apetite
- Anedonia
- Estado deprimido
- Pensamentos obscuros voltados a morte e ao suicídio
Observação: Inúmeras razões podem promover o aparecimento da depressão, sendo mais comum em indivíduos que são predispostos geneticamente e hereditariamente a tê-la.
Os quadros depressivos variam de frequência e intensidade, podendo se manifestar de forma leve, moderada ou grave. Nem todos os enfermos que se encontram nessa situação admitem que estão doentes, por isso a observação dos familiares, amigos e pessoas próximas se faz tão importante em alguns casos.
O que fazer?
Assim que as modificações no comportamento forem notáveis, a ajuda médica deverá ser procurada rapidamente. Quanto antes um diagnóstico preciso for ministrado e o tratamento específico do paciente executado, mais chances de cura ele terá, além de diminuir os riscos de danos a sua saúde e vida.
É essencial que uma analise diferenciada seja efetuada nesses casos, a depressão costuma estar associada a presença de vários transtornos, sendo por vezes um sintoma decorrente deles.
Tratamento
O acompanhamento médico é essencial para o tratamento de pessoas depressivas, mas os métodos utilizados para conter a enfermidade vão variar de acordo com as observações destacadas no diagnóstico. Mudanças de hábitos de vida, procedimentos farmacológicos e psicoterápicos, realização de atividades físicas e mudanças alimentares são bastante relevantes nesse processo.
Cura
Por mexer constantemente com o cérebro, pensamentos e sensações emocionais, a cura pode ser um resultado difícil de alcançar, mas não impossível. O mais importante durante todo o tratamento é que o indivíduo esteja ciente que está doente, lute para sair desse estado e tenha força de vontade, contando com a sua fé, apoio de toda equipe médica, familiares e dos amigos para obter melhora o quanto antes.
Atenção!
Se você mantém qualquer tipo de contato com uma pessoa depressiva, procure se informar mais sobre a doença, assim poderá participar dessa recuperação, oferecendo apoio, equilíbrio, animação e ainda inserir esse paciente de volta a sociedade, dando motivos para que ele sorria de novo.